Voltando à ativa... Tema: Reencarnação
Após alguns meses, o retorno ao blog. O tema que me ocorre neste instante é aquele mesmo que explica, conforme o Evangelho Segundo o Espiritismo, aquelas desigualdades e injustiças aparentes que nenhum sistema filosófico ou doutrinário até então conseguiu explicar; e essa "pedra fundamental" chama-se Reencarnação.
Pela reencarnação, as desigualdades entre os homens, sejam de ordem material ou moral, são explicadas em consonância com uma idéia de justiça adequada ao nosso Criador, que é todo Justiça e Bondade. A cada encarnação, no uso do seu livre-arbítrio, o homem recebe do Pai oportunidades (e recursos) que podem (e deveriam) ser aproveitadas para seu progresso espiritual, o que acontece quando o indivíduo volta-se ao caminho do Amor, que envolve a tolerância, a compreensão, o perdão, a Caridade (em seu sentido mais amplo), e todas as inúmeráveis virtudes personificadas pelo Mestre Jesus. Entretanto, espíritos em evolução que somos, nem sempre conseguimos pôr em prática (e aproveitar com o bom uso) na vida terrena todo o "ferramental" de que dispomos para nossa evolução, tranformando algumas vezes nossa marcha evolutiva num quase "estacionamento", porque como se bem sabe, regredir não é possível.
É aí que o Pai, em sua infinita bondade e de acordo com as leis, nos concede nova oportunidade de "descermos" a um mundo de acordo com as nossas características evolutivas (no caso da Terra, atualmente, um mundo de provas e expiações passando por um loooongo e quase imperceptível processo de depuração que a alçará à condição de mundo de regeneração). Neste mundo, de acordo com aquilo que semeamos, receberemos de volta para nosso aprendizado, até que evoluamos o suficiente no globo onde estamos encarnados a ponto de alcançarmos merecimentos para irmos a um melhor.
Para finalizar, um tema que vi durante a semana foi uma objeção freqüentemente lançada contra a idéia da reencarnação, usada para "comprovar" o "erro" deste processo divino: o do aumento do número de habitantes do globo, o que não "fecharia" com o número do passado. Essa questão, de uma lógica aparentemente correta e "matemática", na verdade possui explicação (ou explicações simples). Vejamos algumas:
- A resposta básica nos é dada, como sempre, pela Codificação. A Terra constitui-se em apenas um dos muitos mundos que Deus criou, e outros há em semelhantes condições à Terra, como há também mundos superiores e inferiores a ela. Ela recebe a cada instante novos espíritos que aqui vêm aprender, oriundos de mundos inferiores, como há espíritos que daqui partem rumo a superiores, e os que aqui ficam até poderem alcançar uma condição evolutiva melhor. Para ficar mais claro, imaginemos a Terra como uma escola, onde a cada turno há novos alunos entrando e graduados saindo, como há também os repetentes. Esse número, claro está, não é constante, visto o progresso ser um fator individual. Como as condições de um globo progridem (assim como seus indivíduos), é natural que possua capacidade de receber nele mais seres para aprender na escola da Vida. E as lembranças de encarnações passadas? Lógico que há, e não precisam ser necessariamente só as deste globo, visto que a vida se desenvolve em muitos mundos. Aliás, lembremos da bênção do esquecimento e de que na verdade é RARO alguém lembrar de episódios do passado, que geralmente saão revelados por uma autorização da justiça divina com algum fim providencial para a pessoa que lembra ou sabe de alguma forma. Lembremos ainda de que cálculos sobre a população total do globo são estimativas que levam em conta a porção do mundo que era conhecida em cada época, o que não quer dizer (aliás, bem pelo contrário) que todo o globo já não fosse habitado, o que a investigação arqueológica bem demonstra, especialmente nos últimos anos, nas descobertas em cada continente.
- Outro aspecto muito abordado é de que a reencarnação na verdade poderia ser a "memória coletiva". Na verdade, esse argumento, analisado em profundidade, apresenta uma lógica interessante e factível em alguns aspectos, mas não "desexplica" a reencarnação. Kardec, aliás, já fez uma avaliação profunda sobre o tema, desnecessário repeti-la aqui. Acrescento que, prestando-se um pouco mais atenção aos fenômenos mediúnicos e não-mediúnicos corriqueiros à nossa volta, notar-se-á uma concordância de fatores que demonstra uma ação claramente inteligente e externa a interagir conosco.
Bom, vou ficando por aqui nessa análise. Que a luz divina esteja sobre todos!
Pela reencarnação, as desigualdades entre os homens, sejam de ordem material ou moral, são explicadas em consonância com uma idéia de justiça adequada ao nosso Criador, que é todo Justiça e Bondade. A cada encarnação, no uso do seu livre-arbítrio, o homem recebe do Pai oportunidades (e recursos) que podem (e deveriam) ser aproveitadas para seu progresso espiritual, o que acontece quando o indivíduo volta-se ao caminho do Amor, que envolve a tolerância, a compreensão, o perdão, a Caridade (em seu sentido mais amplo), e todas as inúmeráveis virtudes personificadas pelo Mestre Jesus. Entretanto, espíritos em evolução que somos, nem sempre conseguimos pôr em prática (e aproveitar com o bom uso) na vida terrena todo o "ferramental" de que dispomos para nossa evolução, tranformando algumas vezes nossa marcha evolutiva num quase "estacionamento", porque como se bem sabe, regredir não é possível.
É aí que o Pai, em sua infinita bondade e de acordo com as leis, nos concede nova oportunidade de "descermos" a um mundo de acordo com as nossas características evolutivas (no caso da Terra, atualmente, um mundo de provas e expiações passando por um loooongo e quase imperceptível processo de depuração que a alçará à condição de mundo de regeneração). Neste mundo, de acordo com aquilo que semeamos, receberemos de volta para nosso aprendizado, até que evoluamos o suficiente no globo onde estamos encarnados a ponto de alcançarmos merecimentos para irmos a um melhor.
Para finalizar, um tema que vi durante a semana foi uma objeção freqüentemente lançada contra a idéia da reencarnação, usada para "comprovar" o "erro" deste processo divino: o do aumento do número de habitantes do globo, o que não "fecharia" com o número do passado. Essa questão, de uma lógica aparentemente correta e "matemática", na verdade possui explicação (ou explicações simples). Vejamos algumas:
- A resposta básica nos é dada, como sempre, pela Codificação. A Terra constitui-se em apenas um dos muitos mundos que Deus criou, e outros há em semelhantes condições à Terra, como há também mundos superiores e inferiores a ela. Ela recebe a cada instante novos espíritos que aqui vêm aprender, oriundos de mundos inferiores, como há espíritos que daqui partem rumo a superiores, e os que aqui ficam até poderem alcançar uma condição evolutiva melhor. Para ficar mais claro, imaginemos a Terra como uma escola, onde a cada turno há novos alunos entrando e graduados saindo, como há também os repetentes. Esse número, claro está, não é constante, visto o progresso ser um fator individual. Como as condições de um globo progridem (assim como seus indivíduos), é natural que possua capacidade de receber nele mais seres para aprender na escola da Vida. E as lembranças de encarnações passadas? Lógico que há, e não precisam ser necessariamente só as deste globo, visto que a vida se desenvolve em muitos mundos. Aliás, lembremos da bênção do esquecimento e de que na verdade é RARO alguém lembrar de episódios do passado, que geralmente saão revelados por uma autorização da justiça divina com algum fim providencial para a pessoa que lembra ou sabe de alguma forma. Lembremos ainda de que cálculos sobre a população total do globo são estimativas que levam em conta a porção do mundo que era conhecida em cada época, o que não quer dizer (aliás, bem pelo contrário) que todo o globo já não fosse habitado, o que a investigação arqueológica bem demonstra, especialmente nos últimos anos, nas descobertas em cada continente.
- Outro aspecto muito abordado é de que a reencarnação na verdade poderia ser a "memória coletiva". Na verdade, esse argumento, analisado em profundidade, apresenta uma lógica interessante e factível em alguns aspectos, mas não "desexplica" a reencarnação. Kardec, aliás, já fez uma avaliação profunda sobre o tema, desnecessário repeti-la aqui. Acrescento que, prestando-se um pouco mais atenção aos fenômenos mediúnicos e não-mediúnicos corriqueiros à nossa volta, notar-se-á uma concordância de fatores que demonstra uma ação claramente inteligente e externa a interagir conosco.
Bom, vou ficando por aqui nessa análise. Que a luz divina esteja sobre todos!